Movimentos que não vemos e nem percebemos, mas que são reais e importantes.
Segundo Richard (2014), inúmeras evidências científicas, comprovam a existência de micromobilidade a nível das suturas (articulações entre os ossos) do crânio e face. O que ocorre, são modificações rítmicas da conformação dos ossos do crânio que acompanham o movimento do Líquido Cefalorraquidiano (LCR- líquido encontrado no cérebro e medula) e o movimento da respiração costal diafragmática que promove movimento de sacro e crânio (unidos por uma membrana, chamada duramáter).
Estes micromovimentos, são guiados pelas membranas intracranianas e intraespinhais (camadas de tecido que revestem o Sistema Nervoso Central) que também se adaptam aos diferentes movimentos dos ossos do crânio.
Um desequilíbrio destes movimentos, podem causar alterações na função de estruturas importantes localizadas no crânio, como nervos, membranas (já citadas) e vasos (artérias e veias), o que provoca sintomas relacionados a cada um deles.
A osteopatia craniana, trabalha estes movimentos rítmicos, através de manobras manuais, liberando possíveis bloqueios e restrições que possam estar causando sintomas adversos, como: dores de cabeça , enxaqueca, sinusites, distúrbios de ATM, dores em cervical, labirintite, distúrbio de sono e agitação, refluxo, distúrbios digestórios e intestinais, dentre outros.
Quem iniciou os estudos sobre movimento dos ossos do crânio foi Willian Ganer Sutherland em 1898.
#osteopatia#osteopatiacraniana#osteopathie#phycaltherapy#fisioterapia#crânio#movimentocraniano#mobilidade



